quarta-feira, 24 de outubro de 2007

[história 073: nudez, pedra e susto!]

uuui. estou numa situação que nem a musica do exu tá me salvando mais, só Jesus na minha vida. aff.
gente, quatro longos meses sem sexo ou se quer um beijo na boca, a situação é tão catastrófica que se falarem "oi" comigo eu tô levando susto.

[ oh, espírito sem luz ... olha o tipo de revelação que faz no blog, toma vergonha na tua cara exu ]

esse acima é meu "eu" lógico. Okay, mas não vamos falar sobre sexo porque isso me deixa meio nervo e tal, como eu disse tô levando susto com qualquer coisa nos últimos dias... isso me lembrou um história que aconteceu a uns 3 [ou mais] anos atrás.

onze horas [ou mais] da noite, eu estava na minha casa sozinho, minha casa é relativamente grande... o banheiro que eu tomo banho fica na segunda parte da casa, minha casa é tão grande que a frente fica numa rua e os fundos em outra ... na verdade nos fundos é um beco, ou melhor um caminho alternativo [escuro] geralmente utilizado para encontros que não podem ser... divulgados [cof. cof. cof.] pois bem, eu nunca tive problemas com escuro, silêncio, ficar sozinho etc e tal... tomei meu banho tranqüilo, me sequei e sai do banheiro para vestir minha roupa, ler e dormir. de repente eu ouço um barulho feito uma bomba, mas foi no portão de madeira, como se tivessem jogado um coisa muito grande, foi um barulho tão alto que minha única reação foi sair correndo para a primeira parte da casa, durante a corrida minha toalha desenrolou da cintura e caiu, eu sai correndo nu, tranquei a porta e sentei no chão, pernas? nem tinha mais de tanto que tremiam, o coração na boca, pensei em todas as coisas possíveis e imagináveis para tentar explicar o que tinha acontecido com o portão, e se fosse alguém tentando roubar a casa? quanto mais eu tentava imaginar o que seria, com mais medo eu ficava. detalhe: minhas roupas ficam num quarto eu durmo no outro, e o quarto onde ficam minhas roupas era na segunda parte da casa, eu não podia ficar nu até o outro dia, mesmo porque eu já tentei algumas vezes dormir nu e não consegui. [anyway] passados mais ou menos uns vinte minutos eu tomei coragem e voltei lá, vesti minha roupa super rápido e voltei para a primeira parte da casa.

certo... depois disso nada mais aconteceu.

no dia seguinte pesquisei com os vizinhos para saber se tinham ouvido algo, mas nada, ninguém tinha percebido nada, nem sabia de nada, será que eu tive um devaneio?

passaram-se uns 2 meses desde o acontecimento, numa tarde minha prima Bárbara e meu primo Thomas que até então estudavam juntos vieram fazer uma pesquisa para escola aqui em casa, conversa vai, conversa vem.

Thomas pergunta: "Jah, você escutou um barulho no seu portão há uns dois meses atrás?"
eu disse: "escutei, você sabe o que foi?"
ele respondeu, na maior tranqüilidade: "fui eu." ¬ ¬' [cadê minha bazuca deus]
eu disse: "como assim você?!" [morrendo de vontade de voar no pescoço e enforcar]
ele responde: "eu fui ficar com uma menina, mas ela não foi, eu estava voltando pra rua, peguei um pedra no chão e joguei no seu portão!"

ah! foi isso... sabe quando você fica engasgado de raiva?! sabe quando você não consegui pensar em nada para falar? foi bem isso que eu senti ... sei lá, minha vontade era dar um tiro nele, mas não atingi esse extremo. contei caso do susto, de ter ficado nu e morrendo de medo.

obvio que eles quase morrem de rir e mais uma vez eu fui a motivo de piada. vou te contar...

domingo, 21 de outubro de 2007

[história 072: tudo vira festa!]

minha mãe sempre me disse que minha vida tudo tendência ao exagero, como ela diz: "tudo para você vira carnaval". eu não acreditava nisso até o acontecimento da ultima sexta-feira.

antes de qualquer coisa deixe-me dizer algo que tudos que lêem o blog não sabem: eu tenho, melhor TINHA uma pedra no meu rim direito e é sobre isso que vamos falar.

odeio comentar coisa chatas e sem graça, exatamente por isso nunca comentei no blog que eu tinha uma pedra no meu rim.

- flash back explicativo -
tive uma primeira cólica renal a mais ou menos oito meses atrás. [não me preocupei de cuidar. um erro!]
tive uma segunda cólica renal no ônibus indo para Salvador.
tive uma terceira cólica renal quando cheguei de Salvador.

algo pra se preocupar não?! na terceira cólica renal o médico que me atendeu disga-se passagem o mesmo que me atendeu da primeira vez, deu a dica para minha mãe de me dar para beber um chá de uma planta chama quebra-pedra.

mamãe praticamente devastou a caatinga em busca dessa planta milagrosa, se o green peace pega ela, mamãe seria considerada uma madeireira ilegal da amazônia [anyway] desde a terceira cólica até a sexta-feira na qual essa história acontece eu bebi cerca de um uns 5 litros do tal chá, que tem gosto de mato.

- fim do flash back explicativo -

sexta-feira, 19 de outubro de 2007.

eu estava no trabalhando, agora de tanto beber água e chá de quebra-pedra, eu não paro de ir no banheiro para fazer xixi, eis que essa era a primeira vez que eu me levantava da cadeira para fazer xixi naquela manhã, minha bexiga já estava estourando.
o banheiro fica na sala dos professores, vazio, entrei e comecei a mijar ... sabe nos desenhos animados quando alguém segura uma mangueira e ela começa a inchar??? pois é, não que meu pinto tenha inchando ou coisa parecida, é que foi essa sensação que eu tive, de repente o fluxo de xixi foi cortado, pensei: "oxe, eu ainda tô com vontade de mijar" quando de repente senti uma pressão e o xixi saiu mais forte e veio aquela sensação de ter algo passando pelo meu canal urinário e cair no vaso sanitário [rimou] quando eu olhei, adivinha quem era? a pedra do rim, não é que o tal chá dá resultado mesmo, sai do banheiro gritando:

- ana maria, ana maria mijei minha pedra, mijei minha pedra.
- deixa eu ver, deixa eu ver... ai que delicia.

meu escândalo foi tão grande que junto com ana maria [bibliotecária, minha prima, minha paixão] veio as secretarias, as disciplinadoras, a coordenadora de arte e quase todos os alunos da 5ª serie A que estavam de aula vaga, e foi uma guerra dentro do banheiro 1 x 2 m², tudo mundo se espremendo tudo mundo querendo ver a pedra que a poucos instantes estava no meu rim. tentem imaginar quinze pessoas e eu se espremendo dentro de um banheiro minuscolo.

me lembrei de minha mãe dizendo que tudo na minha vida predispõem ao exagero; "tudo para você vira carnaval"

a multidão se desfez e ficamos, ana maria, tânia [disciplinadora] d. socorro [disciplinadora] e luzia [coordenadora de arte] ao redor do vaso.

- eu vou pegar – eu disse;
- pega mesmo – ana maria disse;
- com a mão não maluco. - tânia disse;
- pode pegar com a mão o mijo é seu mesmo. - ana maria disse;
- que nojo gente – luzia disse;
- deixa essa pedra ai. - d. socorro disse;
- eu vou pegar. - eu disse;
- pega logo! - ana maria disse;
- com a mão descoberta não. - tânia disse;
- arranja uma sacola. - luzia disse;

eis que apareceu uma sacola, cobri minha mão e peguei a pedra.
incrível que é uma pedra mesmo, o que mais haveria de seria né?! mas quando eu digo pedra é pedra mesmo, lembra um brita, enrolei minha pedrinha num plástico e coloquei na bolsa, claro, mamãe tinha que ver minha pedrinha. vocês sabem né?! eu sou tão chic que até a pedra de meu rim é preciosa. já sai causando horrores. vou te contar...

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Jackson Jr. mandou

os passos:

1. pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2. abrir na página 161;
3. procurar a 5ª frase completa;
4. postar essa frase em seu blog;
5. não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6. repassar para outros 5 blogs.

minha frase:

"ultimamente, têm aparecido alguns fregueses estranhos, usam terno e gravata como bancários, mas falam com mafiosos, é coisa de doido."
os amigos, de Kazumi Yumoto.

os condenados:

iemai, Greco, ice heart, subindo no telhado, bang-bang, i'm dead, confissões do principe.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

[História 071: Fazendo a linha Tom Cruise ] - Salvador 2007 -

Salvador aqui estou eu... cheguei em Salvador cerca de 06:00 da manhã, ligo pra minha amiga em 20 minutos ela estava na rodoviária para me pegar, beijos, abraços, cumprimos e muitos "meu Deus que saudade de você".

- vamos para casa? – eu disse.
- tem um probleminha amigo. [ glup O.O' ]
- qual?
- a chave está do lado de fora engachanda, sai com pressa para te pegar, estamos trancados do lado de fora.
- opa! Isso é possível? e agora?
- tenho esperança de que você com sua masculinidade e força consiga tirar. [ ¬ ¬' ]
- senti a hostilidade... okay, vamos eu preciso de um banho.

saímos da rodoviária ainda nos abraçando, nos pegando sem acreditar um que o outro estava lá [coisa de reencontro de velhos amigos quase irmãos, acho que vocês entendem]

[20 minutos depois]

já na casa de minha amiga, um prédio de cerce de 6 andares, sendo que ela mora no primeiro [graças a Deus]
eu diante da porta, sim a chave estava presa ... puxei, girei, torci, bati, chutei, gritei, puxei de novo, girei de novo, suei. NADA! a chave nem dava sinal de que iria sair de lá.

- vamos pensar – eu disse.
- la la la.
- okay, vamos chamar um chaveiro...
- chaveiros são caríssimos em Salvador.
- eu pago.
- tá rico.
- tudo por um banho, vamos?
- não... eu tenho uma idéia melhor.

[minha amiga fez cara diabólica, tenho medo daquela cara]

- venha comigo – ela me chamou.

segui...

no térreo, do lado de fora do prédio, ela começa a falar [apontando para uma janela e cortina branca]

- aquela é a janela de meu quarto.
- sim... e?
- aquela do lado é janela do quarto de minha irmã, está aberta, eu sou psicótica coloquei cadeado na minha e tranquei, minha irmã não.
- sim... e?
- aquela é a janela da vizinha, [à baixo] tem grade...
- sim... e?
- pensei o seguinte... você com tudo sua masculinidade e força e altura, subiria na grade da janela da vizinha, se apoiaria no espaço para ar-condicionado abriria a janela de minha irmã e entraria no quarto abrindo a porta da cozinha, me fazendo entrar... lindo né?!
- não.
- vaaai.
- sem chance ...
- vaaaiii...
- não, meu Deus pra que vim pra cá?!
- não começa o drama.
- tá, mas os vizinhos vão pensar que eu tô roubando...
- a casa é minha Jarbas.
- certo... e se eu cair?
- eu te levo para o hospital.
- sem graça.
- então vai...
- tá bom ... eu vou ...
- eu posso fazer trilha sonora?
- o que?
- trilha sonora!
- faça o que você quiser.

e lá fui eu escalar a grade da vizinha, ao som de minha amiga fazendo um bit box do tema de missão impossível, juro que me senti Tom Cruise na hora ... hua hua hua. sabe não vou mentir que até achei divertido me ver subindo numa grade para atingir um janela e tal... ao som do tan tan tan ... tan ran ran tan... tan ran ran tan... tchu ru ru tchu ru ruuuuuu.

para encurtar a história eu consegui subir, consegui entrar na casa e abrir a porta da cozinha e minha amiga entrou ... horas depois a irmã dela chegou, entrou pela cozinha, depois ela apenas enfiou a chave dela por dentro da porta e a chave enganchada caiu no chão... simples assim... e eu? Fiquei com cara de bobo, foi minha escalada inútil? Ao menos eu não tive que esperar quase três horas para tomar um banho. vou te contar...

terça-feira, 16 de outubro de 2007

vou te contar ... adivinhem onde eu estava no feriadão?
na terra de São Salvador. hu hu hu \o/
sim, eu dei o ar de minha graças nas terras da capital. E Salvador? Está do mesmo jeito de sempre.

esse foi um feriado muito divertido, rever minha amiga Sabrina é sempre muito bom, melhor ainda quando no pacote vem incluído uma rave com DJ Rinkadinki e muita cerveja e risadas à beira mar;

óbvio que acontecerem diversas coisas para contar aqui no blog, mas vamos com calma estou meio cansadinho ainda a partir de manhã eu começo a postar as peripécias na capital baiana.

enquanto isso uma pequena lista do que mais se vê em Salvador;

- areia [em todas as partes possíveis e imagineis do corpo e casa]
- o mar [lindo]
- mulheres de mini shorts e/ou saias e apenas a parte de cima do biquini.
- homens sem camisa [mesmo sendo barrigudos e peludos ou sem pêlos e malhados]
- diferença econômica gritante.
- axé music.
- cerveja.
- rastafari.
- negros [86% da população]
- frutos do mar. [ecaaa!]