"Três mil pessoas tem gripe suína, todos usam máscara. 33 milhões tem AIDS, mas ninguém quer usar camisinha"
— Anônimo.
Humanos. Como somos seres realmente fascinantes e contraditórios, não é?! Desde o anúncio da chegada do vírus Influenza A, causador da nova gripe H1N1, instaurou-se o caos em Curitiba. As aulas foram canceladas, para todos os lados que se olha vê-se gente usando máscaras cirúrgicas, que não sabendo as pessoas, tem vida útil de 2 horas no máximo; a indústria do álcool domestico nunca lucrou tanto.
Já vamos para quase 15 dias de escolas e faculdades fechadas, mas as pessoas continuam se aglomerando nos shoppings, cinemas e parques. "Qual o sentido pra isso?", pergunto. Não pensem que eu quero negligenciar a existência, a ameaça e/ou a periculosidade do vírus, mas se é para fazer uma campanha de prevenção, que seja uma coisa séria, que abranja a todos. Pra que tirar as pessoas das escolas, mas deixarem-as se amontoar em outros espaços?
Ainda penso que é muito alarde para pouco perigo. Esse pandemônio se dá, talvez, por causa das autoridades responsáveis que não divulgam os reais números de mortos e a que nível estamos de contaminação. Sinceramente, eu continuou com minhas atividades normais, não tão normais quanto eu gostaria. Como forma de prevenção tenho lavado as mãos com mais frequência, comendo frutas com vitamina C, bebendo bastante água e torcendo pra não ser infectado.
No fim, essa nova gripe é puramente seleção natural. Cruel, não. Realista, sim. A história da humanidade está cheia de casos de pragas, pestes e pandemias, eis mais uma. Vamos torcer pra estarmos no grupo dos mais fortes, os fracos, já sabemos o destino.
E pessoas, tirem essas máscaras, não é nada fashion, vou te contar…