domingo, 31 de agosto de 2008

parabéns para nós: 31/08 - Blog Day!


...vou fazer diferente do ano passado que eu passei em branco o blog day. espera aí, porque nós dizemos: "passei em branco", sendo que branco é a reunião de todas as cores, ao invés de dizer: "passei em preto", que é a ausência de todas as cores?
vixe... começar um domingo com uma questão filosófica dessas é phoda, tô mudado, ficando nerd demais... gente, me salva!

enfim, voltando para o tópico central desse post, que é para falar sobre o blog day 2008.
pois é, gente, hoje é nosso dia [sons de fogos de artificio] legal, não é?! já tem data comemorativa para tudo mesmo, porque não poderia ter uma pra nós, não é?!

bem, não vou me alongar muito, mesmo porque eu tenho que ir para o centro fazer a prova do enem. sim, eu consegui transferir o local da prova. [uh hu!] vou fazer uma lista dos 10 blogs que eu mais gosto de ler dentro de minha blogesfera, a ordem baixo não representa: "do melhor para o pior", mas apenas os melhores, todos no mesmo nível.

o que me define?

LOSERBABY!

ontem à noite

a casa das sete 'micheles'

g cliché

2 ponto 5

fast love

vinte e poucos anos

s.a.m....raggiunger

iemai.com.br


há muitos outros, muitos outros, tantos que nem daria para escrever aqui, mas esses são realmente os melhores...

happy blog day for us.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

história 146: vamos para xique-xique, fazer enem!

pára, pára, pára. vou apertar o botão de pause das histórias do festival porque essa história precisa ser contada com urgência. bem, penso eu, que todos que estão estudando ou terminaram o ensino médio ou não estão na faculdade ainda, sabe que no próximo domingo dia 31 de agosto de 2008 será realizado o ENEM, Exame Nacional do Ensino Médio [e é o blog day, também] que nada mais é do que aquela prova com 63 questões das múltiplas matérias e mais uma redação. que mede o nível de conhecimento dos alunos e também possibilita o ganho de bolsa através do ProUni, que é um projeto do governo que concede bolsas parciais e integrais [varia de acordo a nota que você tira no ENEM] em faculdades particulares em todo o brasil.

se tem uma coisa que eu me martirizo todos os santos dias é não estar numa faculdade ainda, e minha mãe também não de deixa esquecer esse detalhe de meu histórico escolar. assim que começaram as inscrições do Enem eu corri nos correios e fiz a minha inscrição de graça, vantagem por eu ter estudado desde sempre em escolas publicas. desde segunda-feira o site do INEP está aberto para consulta do local de prova, devido ao atraso dos questionários socioeconômicos. pois bem, lá vou eu todo feliz ver onde eu ia fazer minha prova, quando me deparo com a seguinte informação:

Enem 2008 - Local de Prova

UF: BA
Cidade: Xique-Xique
Local da Prova: Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães.
Endereço: Rua Cissianato Figueiredo, s/nº
Bairro: São Francisco.

quando eu terminei de ler, me deu uma vontade louca de gritar: "ONDE?". certo, eu vou explicar: como é de se imaginar, minha cidade não entra no circuito de provas. logo, eu tenho que fazer minha inscrição para a cidade mais próximo que é vitória da conquista. o que houve então? pois é, na hora de escrever o código da cidade, eu escrevi o número de xique-xique que fica abaixo de vitória da conquista, eu na minha falta de observação das coisas, leia-se ignorância, olhei para o número de xique-xique, ao invés, de olhar e escrever o número de vitória da conquista em meu formulário.

corri no google maps e fui ver onde era xique-xique, adivina? é uma cidade que fica na divisa da bahia com o piauí, cerca de 839 km de distancia daqui, ou seja, totalmente improvável minha viagem para fazer a prova.

comecei a ligar para todos os 0800 do governo brasileiro. depois de [muitos] minutos de espera, centenas de mensagens eletrônicas diferentes consegui falar com um atendente e descobri que era possível mudar o local de prova [oba!], eu disse, possível, não fácil. pois bem, tinha eu que mandar um fax para a central do Enem em brasília através de um 0800 diferente dos outros que eu liguei com: xerox do RG e CPF, comprovante de inscrição do Enem, comprovante de residência, numero de telefone para contado, nome da mãe completo, endereço atual completo e uma carta explicando os motivos para a mudança do local de prova. [ufa] e vocês pensam que eu desisti? não mesmo, eu sou she-ra, meu amor! reuni todos os documentos em menos de uma hora e enviei o fax para eles. isso que é vontade de fazer uma prova, não é? fico só pensando como eu pude ser tão burro e não ter observando aquele código antes, aff. chega que dá raiva de mim. agora fico aqui esperando um contado, tentando toda hora ligar pra eles, graças a deus são números 0800, se não eu estava ferrado, torçam por mim. quero muito fazer essa prova domingo. vou te contar...

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

história 145: a beesha empacotada para presente [festival de inverno bahia 2008]

ainda no domingo, terceiro e ultimo dia, ao fim do show de pitty, que diga-se passagem foi maravilhoso, dois amigos e eu subimos a alameda do parque de exposições em direção à tenda eletrônica a fim de ver o que se passava por lá.
de longe fabrício e eu avistamos uma beesha horrível, coitada. estava usando um shorts acima do joelho, um tênis dc preto e vermelho, uma blusa de manga três quartos branca, uma camiseta preta por cima mais um colete, ou seja, empacotada para presente.
fabrício e eu começamos a criticar a viada que dançava louca do edi à nossa frente. tiago, que não sei bem porque estava out da história, quando nos aproximamos da bee poc-poc, tiago voltou-se para mim e perguntou:

- é o de shorts amigo.
- sim, é ele mesmo – respondi.
- ah, eu conheço ... vou lá cumprimentar e ver.

esse "e ver" não fez muito sentido na minha cabeça, até pensei: “ah, ele vai ver de perto a roupa do viado, meu deus como é venenosa, pior do que eu”. sendo assim, tiago ficou para trás para cumprimentar o grupo que a o moço estava. fabrício e eu subimos o resto alameda em direção à tenda eletrônica ainda morrendo de tanto criticar a beesha embalada para presente, o veneno escorria do canto de nossa bocas. na tenda estava tendo um show de um grupo de reage, uma nuvem de marijuana pairava sob a cabeça das pessoas, e nós decidimos que aquele não era um bom lugar para permanecer e resolvermos voltar para o palco principal.

enquanto voltávamos, tiago, que estava um pouco afastado do povo que ele foi cumprimentar, nos chamou paa ficar perto dele, assim que nós chegamos, foi logo falando:

- amigo, o esquema está feito.

eu fiquei em silêncio, porque eu não entendi nada e achei que era para fabrício o recado.

- que esquema, tiago? – perguntou fabrício.
- ué, o esquema amigo, não se faça de inocente.

[e eu calado]

- eu não estou entendendo.
- nem eu – eu disse.
- ué, gente, jarbas não queria ficar com o menino de shorts? eu já ajeitei tudo.

eu fique branco feito uma folha de papel a4 chamex recém-tirado do pacote.

- eu não criatura – eu disse rápido.
- de onde você tirou isso tiago? – perguntou fabrício, horrorizado.
- ué, vocês não estava comentando isso na hora que a gente estava subindo? – perguntou fabrício, meio perdido.
- não criatura, você entendeu mal, a gente estava criticando a poc-poc – explicou fabrício.

enquanto isso via-se um jarbas quase morrendo de tanto de rir da situação. tiago demorou alguns segundo para colocar todos os pensamentos em ordem.

- e agora? – ele recomeçou.
- e agora você desfaz o mal feito, porque eu nunca vou permitir que jarbas fique com aquilo – fabrício me defendeu.
- oh, gente não faz isso comigo não, você tem certeza jarbas? – lamentou-se tiago.
- perdão, amigo. mas não dá não.

tiago ficou desanimado, penso que imaginando como iria desfazer o mal entendido. ficamos assim calados por alguns segundos, eu só sabia rir da situação. a culpa foi dele, que escutou a história pela metade, ou melhor, não escutou a história, tirou a conclusões e tomou as decisões sem consultar ninguém e acabou fazendo merda. fabrício chamou minha atenção e disse:

- tiago, agora é com você, vai lá e desfaça esse mal entendido. jarbas, vamos contar até três e nos levantar sem olhar para trás.

1...

2...

3...

levantamos e deixamos tiago para trás para resolver os pepinos. pouco tempo depois ele voltou dizendo que tinha resolvido a história me livrando do pacote gay. enfim, não tive que desembalar o pacote [thank you God], mas o pior de tudo vai ser a partir de agora, por que tudo lugar que esse menino me ver vai dizer: "olha lá, ele já quis ficar comigo" ...eu agüento? perdoe-me eu sou paranóico. vou te contar...

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

história 144: não sei paquerar [festival de inverno bahia 2008]

cá estou eu para contar minhas peripécias no festival de inverno bahia 2008. aos que pensaram: "nossa, nada haver festival de inverno na bahia" meus amores, a temperatura media era de 14 °c, pois é, fez frio na bahia!
pois bem, resolve que não vou contar minhas histórias em ordem cronologia, isso esta muito démodé. vamos à primeira história:


ao fim do show de jota quest no terceiro e ultimo dia, nós todos sumimos para a tenda eletrônica que estava fervendo, lotada de gente, até parecia um zoológico com tanta beesha que tinha lá. eu dançava fervido na rodinha de meus amigos quando o avistei a poucos metros de distancia. é certo que, com aquela t-shirt branca sob a luz negra qualquer ser humano se tornava beeem [assim com três letras 'e' mesmo] visível, tô mentindo?

enfim, ficamos nesse de nos olhar, até eu comentar com um amigo e ele dizer que conhecia uma das menina que estava ao lado dele, que por sinal eu também conhecia, não muito bem, mas conhecia; e devo dizer que amigos são tudo na vida da gente. meu amigo foi até essa menina e disse para ela de meu interesse. ela, por sua vez, disse para ele de meu interesse. numa mancomunação do povo que uniu as rodinhas ficamos lado a lado. cumprimentei-o, ao meu ver um simples "oi" abre ótimas portas, mas do que uma coisa altamente elaborada. minha amiga veio e nos apresentou. seguiu-se o dialogo:

- jarbas fulano, fulano jarbas.
- olá!
- oi...
- ah, você é amigo de d.? – ele perguntou.
- é, conheço-a, mas conheço mas t. a namorada dela.
- ah, eu estudo com d.
- legal...

[silêncio]

- moço, eu queria muito falar com você – eu recomecei.
- queria falar comigo?
- sim.
- vamos sair daqui?
- sabe, não é por nada não, mas eu não quero sair daqui, é porque eu estou com umas amigas aqui e não quero deixá-las sozinhas. depois a gente se fala?
- tudo bem, então – eu consenti e afastei-me.

dentro de mim eu gritei: "não faz cu doce, que eu sou diabético". fiquei me questionando se tinha feito algo de errado, ou não digo alguma coisa, ou dito coisas de mais, talvez, ter sido lento na hora de chegar nele. sei lá, não sou desses joguinhos de sedução, não que sedução faça mal a alguém, tudo que é dado de mais é ruim, mas ficar fazendo-se de difícil... eee, me faz brochar. não sei se é porque eu sou uma pessoa muito transparente totalmente inclinado ao "é oito ou oitenta" só sei que não gosto dessa falta de objetivo.
daí um amigo veio e me disse: "os homens aqui em conquista são assim: você tem que chegar matando, eles vão dar uma que não querem, você insiste e fica" pufft. morri, não sei agir dessa maneira. Nno entendo esse: "chove e não molha". se você está ali a outra pessoa também, ao que se entende ambos solteiro [pré-requisito básico para ficar comigo] entende-se que ambos estão inclinados para algo mais, pra que ficar se fazendo a moça virgem? não sei com vocês, mas comigo quando eu não quero eu falo logo que não dá e pronto. eu sempre digo: "todas as pessoas do mundo têm o direito de se interessar por mim e eu, tenho o direito de querer ou não, quem quer que seja."

só sei que depois que eu me afastei o vi, minutos depois, indo embora. ambos perdemos, porque ele parecia ser bem gostosinho, eu não fico para atrás, não é?! acabei a noite no zero a zero. vou te contar...

segunda-feira, 25 de agosto de 2008