sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Jackson Jr. mandou

os passos:

1. pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2. abrir na página 161;
3. procurar a 5ª frase completa;
4. postar essa frase em seu blog;
5. não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6. repassar para outros 5 blogs.

minha frase:

"ultimamente, têm aparecido alguns fregueses estranhos, usam terno e gravata como bancários, mas falam com mafiosos, é coisa de doido."
os amigos, de Kazumi Yumoto.

os condenados:

iemai, Greco, ice heart, subindo no telhado, bang-bang, i'm dead, confissões do principe.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

[História 071: Fazendo a linha Tom Cruise ] - Salvador 2007 -

Salvador aqui estou eu... cheguei em Salvador cerca de 06:00 da manhã, ligo pra minha amiga em 20 minutos ela estava na rodoviária para me pegar, beijos, abraços, cumprimos e muitos "meu Deus que saudade de você".

- vamos para casa? – eu disse.
- tem um probleminha amigo. [ glup O.O' ]
- qual?
- a chave está do lado de fora engachanda, sai com pressa para te pegar, estamos trancados do lado de fora.
- opa! Isso é possível? e agora?
- tenho esperança de que você com sua masculinidade e força consiga tirar. [ ¬ ¬' ]
- senti a hostilidade... okay, vamos eu preciso de um banho.

saímos da rodoviária ainda nos abraçando, nos pegando sem acreditar um que o outro estava lá [coisa de reencontro de velhos amigos quase irmãos, acho que vocês entendem]

[20 minutos depois]

já na casa de minha amiga, um prédio de cerce de 6 andares, sendo que ela mora no primeiro [graças a Deus]
eu diante da porta, sim a chave estava presa ... puxei, girei, torci, bati, chutei, gritei, puxei de novo, girei de novo, suei. NADA! a chave nem dava sinal de que iria sair de lá.

- vamos pensar – eu disse.
- la la la.
- okay, vamos chamar um chaveiro...
- chaveiros são caríssimos em Salvador.
- eu pago.
- tá rico.
- tudo por um banho, vamos?
- não... eu tenho uma idéia melhor.

[minha amiga fez cara diabólica, tenho medo daquela cara]

- venha comigo – ela me chamou.

segui...

no térreo, do lado de fora do prédio, ela começa a falar [apontando para uma janela e cortina branca]

- aquela é a janela de meu quarto.
- sim... e?
- aquela do lado é janela do quarto de minha irmã, está aberta, eu sou psicótica coloquei cadeado na minha e tranquei, minha irmã não.
- sim... e?
- aquela é a janela da vizinha, [à baixo] tem grade...
- sim... e?
- pensei o seguinte... você com tudo sua masculinidade e força e altura, subiria na grade da janela da vizinha, se apoiaria no espaço para ar-condicionado abriria a janela de minha irmã e entraria no quarto abrindo a porta da cozinha, me fazendo entrar... lindo né?!
- não.
- vaaai.
- sem chance ...
- vaaaiii...
- não, meu Deus pra que vim pra cá?!
- não começa o drama.
- tá, mas os vizinhos vão pensar que eu tô roubando...
- a casa é minha Jarbas.
- certo... e se eu cair?
- eu te levo para o hospital.
- sem graça.
- então vai...
- tá bom ... eu vou ...
- eu posso fazer trilha sonora?
- o que?
- trilha sonora!
- faça o que você quiser.

e lá fui eu escalar a grade da vizinha, ao som de minha amiga fazendo um bit box do tema de missão impossível, juro que me senti Tom Cruise na hora ... hua hua hua. sabe não vou mentir que até achei divertido me ver subindo numa grade para atingir um janela e tal... ao som do tan tan tan ... tan ran ran tan... tan ran ran tan... tchu ru ru tchu ru ruuuuuu.

para encurtar a história eu consegui subir, consegui entrar na casa e abrir a porta da cozinha e minha amiga entrou ... horas depois a irmã dela chegou, entrou pela cozinha, depois ela apenas enfiou a chave dela por dentro da porta e a chave enganchada caiu no chão... simples assim... e eu? Fiquei com cara de bobo, foi minha escalada inútil? Ao menos eu não tive que esperar quase três horas para tomar um banho. vou te contar...

terça-feira, 16 de outubro de 2007

vou te contar ... adivinhem onde eu estava no feriadão?
na terra de São Salvador. hu hu hu \o/
sim, eu dei o ar de minha graças nas terras da capital. E Salvador? Está do mesmo jeito de sempre.

esse foi um feriado muito divertido, rever minha amiga Sabrina é sempre muito bom, melhor ainda quando no pacote vem incluído uma rave com DJ Rinkadinki e muita cerveja e risadas à beira mar;

óbvio que acontecerem diversas coisas para contar aqui no blog, mas vamos com calma estou meio cansadinho ainda a partir de manhã eu começo a postar as peripécias na capital baiana.

enquanto isso uma pequena lista do que mais se vê em Salvador;

- areia [em todas as partes possíveis e imagineis do corpo e casa]
- o mar [lindo]
- mulheres de mini shorts e/ou saias e apenas a parte de cima do biquini.
- homens sem camisa [mesmo sendo barrigudos e peludos ou sem pêlos e malhados]
- diferença econômica gritante.
- axé music.
- cerveja.
- rastafari.
- negros [86% da população]
- frutos do mar. [ecaaa!]


quarta-feira, 10 de outubro de 2007

[História 070: Um grito assusta muita gente!]

Ainda sobre os bichos, da serio "infortúnios com aminais" [oh, sina maldita] ...

Certo dia estava eu voltando para minha casa de madrugada, aqui depois da meia noite [como vocês devem imaginar que seja uma cidade de 4 mil habitantes] vira um deserto, acho que o Sahara é mais movimentado. Okay... lá estava eu caminhando tranqüilamente pela rua [ la la la ] quando eu olho para dentro de um beco escuro, beco não, caminho alternativo, soa melhor né?! hi hi hi ... enfim, quando eu olhei para dentro do caminho alternativo vi dois pontos vermelhos queimando em fogo, vindo em minha direção, pense: "oh, um contado espiritual do outro mundo."

[ para um pouquinho ]

Imagine-se você nessa situação: rua vazia, 3 horas da manhã, você sozinho. Você olha para uma rua escura e ver dois olhos vermelhos vindo em sua direção correndo. O que você faria nessa hora?
Na enquête que fiz com quase todos meus amigos a maioria respondeu que sairia correndo.
O que eu fiz? Adivinha? [obviu] parei e esperei. Sempre tive uma quedinha por coisas místicas e assemelhados. Daí né, "a coisa" veio correndo, correndo, quando "a coisa" entrou no campo de luz, quando eu pude ver o que era. Adivinha o que era?
...um cachorro, vira-lata, magro e sarnento. [ai que decepção].

Agora que vem o absurdo da história, quando eu vi que era um cachorro eu tomei um susto tão grande seguindo de um grito tão alto, tão exagerado que o cachorro parou e arregalou o olho [que agora já não estava mais vermelho] e voltou ocorrendo pra dentro do beco com medo de mim. Opa!

É, digamos que às vezes eu sou propenso ao exagero, coitado do cachorro. Vou te contar...

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

[História 069: - Anda cavalo!]

Ainda na serie “infortúnios com animais”, quem acompanha o blog sabe que eu não tenho muita sorte com bichos e assemelhados sem pensamento lógico [vide história do gato].
Eu me dou bem com minha cachorra que diga-se passagem agora está com uma mania de fingir que está chorando para a gente pegar ela no colo, mas não é sobre isso que eu vou falar.

Cavalos; quadrúpedes domesticados da família dos eqüinos, na minha opnião um dos animais mais lindos do mundo depois dos pandas.
Então, aqui na minha cidade tem um grupo de criadores e apaixonados por cavalos, aos domingos geralmente eles se reúnem para andar à cavalo, conversar sobre cavalo e exibir seus cavalos.

Num desses domingo estávamos na rua e eles também, rodando pra cima e para baixo com seus cavalos, minhas amigas resolvem pedir para cavalgar nos cavalos, bumbum impinado, costas eretas praticamente Valquirias nórdicas – só faltava nevar na caatinga. Mordidinho de inveja eu invento montar num cavalo para dar uma voltinha também.
Recebi as instruções, montei no cavalo... incrível como nos primeiros instantes tudo é maravilhoso, o cavalo rodou a praça que estávamos tranqüilamente, meu ego inflou e eu me senti o próprio Doda Miranda – só faltou Athina Onassis riquíssima para casar comigo.

O cavalo por conta própria resolveu descer a rua, até parece que o bicho estava lendo meus pensamentos porque eu estava doido para me expor mesmo, mas alegria de pobre dura pouco... quando o cavalo desceu todas a ladeiras daqui, quando ele chegou na parte mais baixa da cidade ele parou de repente. Sim! Simplesmente parou. Por quê? Só Deus sabe, e eu? Fiquei desesperado é claro.
Cutucava, cutucava esse cavalo e nada, o bicho não movia um só centímetro, até conversar com o quadrúpede eu conversei e nada, ele não se movia, pedi: "cavalo pelo amor de Deus caminha, volta pra praça, volta lá pra cima" mas o cavalo nada.

Após quinze minutos exaustivos de tentativas de psicologia reversa e cutucões eu tive que descer do cavalo e subir à pé puxando o bicho pelas rédeas.

Só faltou o cavalo subir nas minhas costas e eu ter que carregá-lo. Vou te contar...